RESOLUÇÃO Nº 14/CG CBLL LS/UFFS/2026
A Coordenação do Curso de Graduação em Ciências Biológicas do Campus Laranjeiras do Sul, da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, no uso de suas atribuições legais, considerando a decisão do colegiado do curso, registrada ATA Nº 03/CCCBL-LS/UFFS/2026 de 12 de maio de 2026, e considerando:
a) a necessidade do curso de aumentar as possibilidades de flexibilidade curricular através do aumento de oferta de CCRs optativos;
b) os docentes da área de biologia têm apresentado alta carga horária para CCRs obrigatórios nos diferentes cursos do campus, impossibilitando a oferta de CCRs optativos previstos no rol de optativos do PPC;
c) a necessidade de aproveitamento de CCRs já oferecidos em cursos afins da Biologia como Agronomia, Aquicultura, Engenharia de Alimentos e Educação do Campo: Ciências da Natureza.
d) urgência em implementar estes CCRs, pois temos alunos que precisam fazer a validação de CCRs para conseguirem se formar.
RESOLVE:
Art. 1º Incluir os Componentes Curriculares, abaixo no rol de CCRs optativos da Estrutura Curricular 2025, do Curso de Ciências Biológicas, conforme quadro de ementários seguir:
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Código |
Descrição do CCR |
Carga Horária |
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GCB0810 |
Melhoramento e biotecnologia vegetal |
60 |
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GEX1244 |
Química orgânica experimental |
45 |
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GCB0703 |
Fisiologia de animais aquáticos cultiváveis |
60 |
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GCA635 |
Produção de mudas |
60 |
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GCB325 |
Melhoramento vegetal |
45 |
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GCS393 |
Economia e meio ambiente |
30 |
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GCA608 |
Aquicultura geral I |
30 |
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GCA134 |
Plantas medicinais |
45 |
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GCA313 |
Permacultura |
45 |
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GCA341 |
Cultivo de cogumelos comestíveis e medicinais |
30 |
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GCB060 |
Nutrição vegetal |
30 |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GCB0810 |
MELHORAMENTO E BIOTECNOLOGIA VEGETAL |
60 |
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EMENTA |
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Conceitos e objetivos do melhoramento genético. Centros de origem e conservação de germoplasma. Sistemas de reprodução das plantas cultivadas. Bases genéticas e princípios do melhoramento de plantas. Métodos de melhoramento de espécies autógamas e alógamas. Estratégias agroecológicas para o melhoramento vegetal. Distribuição e manutenção de cultivares melhoradas e legislação. Bases e aplicações da cultura de células e tecidos no melhoramento vegetal. Melhoramento vegetal via transformação genética e edição gênica (tecnologia CRISPR). Marcadores moleculares e ciências ômicas. Bioética e biossegurança. |
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OBJETIVO |
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Proporcionar ao estudante o entendimento dos fundamentos do melhoramento vegetal clássico e das ferramentas biotecnológicas auxiliares disponíveis, enfatizando os principais conceitos e métodos utilizados no desenvolvimento de variedades melhoradas. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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FIGUEIREDO, Márcia do Vale Barreto et al. (ed.). Biotecnologia aplicada à agricultura: textos de apoio e protocolos experimentais. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica; Recife, PE: Instituto Agronômico de Pernambuco, 2010. BORÉM, Aluízio; FRITSCHE-NETO, Roberto (ed.). Biotecnologia aplicada ao melhoramento de plantas. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2013. FALEIRO, Fabio Gelape; ANDRADE, Solange Rocha Monteiro de; REIS JUNIOR, Fábio Bueno dos (ed.). Biotecnologia: estado da arte e aplicações na agropecuária. Planaltina, DF: Embrapa Cerrados, 2011. GEORGE, Edwin F.; HALL, Michael A.; KLERK, Geert-Jan De. Plant propagation by tissue culture. 3rd ed. São Paulo: Springer, 2009. (Springer). TORRES, Antônio Carlos; CALDAS, Linda Styer; BUSO, José Amauri (ed.). Cultura de tecidos e transformação genética de plantas. Brasília, DF: Embrapa, 1999. v.2. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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FALEIRO, Fábio Gelape. Marcadores genético-moleculares: aplicados a programas de conservação e uso de recursos genéticos. Planaltina, DF: Embrapa, 2007. Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/570287/marcadores-genetico-moleculares-aplicados-a-programas-de-conservacao-e-uso-de-recursos-geneticos. Acesso em 07 dez. 2023. TEIXEIRA, Pedro; VALLE, Silvio (org.). Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1996. ZAHA, Arnaldo; FERREIRA, Henrique Bunselmeyer; PASSAGLIA, Luciane M. P. (org.). Biologia molecular básica. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GEX1244 |
QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL |
45 |
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EMENTA |
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Síntese e técnicas de purificação de substâncias orgânicas líquidas: destilação simples e fracionada. Síntese e técnicas de purificação de substâncias orgânicas sólidas: recristalização e uso de carvão ativo. Técnicas de refluxo e utilização de Tubo Dean-Stark. Determinação de pureza de compostos orgânicos através de constantes físicas. Purificação de sólidos por sublimação. Técnicas e extração: líquido-líquido e Soxlet. Cromatografia: camada delgada e coluna. Apresentação prática dos trabalhos desenvolvidos para a comunidade externa e interação dialógica com a comunidade. |
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OBJETIVO |
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Compreender e utilizar diferentes técnicas mais comuns em química orgânica experimental, propiciando ao acadêmico uma visão mais sistêmica sobre as regras e o bom funcionamento de um laboratório. Proporcionar, também, ao acadêmico conhecimentos sobre procedimentos e segurança em laboratórios químicos, sobre equipamentos e vidrarias, bem como sobre a elaboração de relatório científico referente às práticas realizadas, de modo que o estudante possa melhor estabelecer as relações entre a teoria e a prática. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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ENGEL, Randall G. et al. Química orgânica experimental: técnicas de escala pequena. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. (Minha Biblioteca) PAVIA, Donald L. et al. Introduction to organic lab techniques. New York: Cengage Learning, 2012. SILVA, Émerson Neves da; ONÇAY Solange Toredo von; PIAIA, Consuelo Cristine; FAGUNDES, Julie Rossato. Movimentações práxicas: no caminho da inserção da extensão no ensino da UFFS. Volume 1. ed Chapecó: UFFS, 2023. (Minha Biblioteca). WILLIAMSON, Kenneth L.; MASTERS, Katherine M. Organic experiments: macroscale and microscale. 3rd ed. New York: Houghton Mifflin Company, 1999. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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SILVA, Émerson Neves da; ONÇAY Solange Toredo von; PIAIA, Consuelo Cristine; FAGUNDES, Julie Rossato. Movimentações práxicas: no caminho da inserção da extensão no ensino da UFFS. Volume 2. ed Chapecó: UFFS, 2023. (Minha Biblioteca). SILVERSTEIN, Robert M.; WEBSTER, Francis X.; KIEMLE, David J. Identificação espectrométrica de compostos orgânicos. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. MENDHAM, J. et al. (ed.). Vogel: análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2002. VOGEL, Arthur Israel. Química analítica qualitativa. 5. ed. rev. São Pau: Mestre Jou, c1981. |
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Número de unidades de avaliação |
2 |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GCB0703 |
FISIOLOGIA DE ANIMAIS AQUÁTICOS CULTIVÁVEIS |
60 |
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EMENTA |
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Fundamentos de nutrição, digestão, metabolismo e reprodução. Coordenação e interação dos organismos animais. Análise das adaptações dos invertebrados e vertebrados aos diferentes ambientes aquáticos. Intercâmbio gasoso, ajustes à natação e ao mergulho. Atividades de extensão. |
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OBJETIVO |
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Compreender como os aspectos de mobilidade, termorregulação, osmorregulação, oxigenação, nutrição e reprodução interferem no crescimento, desenvolvimento e sobrevivência dos organismos cultiváveis. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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BALDISSEROTO, Bernardo. Fisiologia aplicada à piscicultura. 3. ed. Santa Maria: Editora UFSM, 2013. RUPPERT, Edward E.; FOX, Richard S.; BARNES, Robert D. Zoologia dos invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. 7. ed. São Paulo: Roca, 2005. SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. São Paulo: Santos, 2002. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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EVANS, David H.; CLAIBORNE, James B, CURRIE, Suzanne (ed.). The physiology of fishes. 3rd ed. Boca Raton: CRC Press, 2006. VAZZOLER, Ana Emília Amato de Moraes. Biologia da reprodução de peixes teleósteos: teoria e prática. Maringá: EDUEM; São Paulo: SBI, 1996. Disponível em: http://old.periodicos.uem.br/~eduem/novapagina/?q=system/files/Biologia%20da %20reprodu%C3%A7%C3%A3o%20de%20peixes%20tele%C3%B3steos.pdf. Acesso em: 22 set. 2022. CRISOSTIMO, Ana Lúcia; SILVEIRA, Rosemari Monteiro Castilho Foggiatto (org.). A extensão universitária e a produção do conhecimento: caminhos e intencionalidades. Guarapuava: Unicentro, 2017. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GCA635 |
PRODUÇÃO DE MUDAS |
60 |
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EMENTA |
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A importância da propagação de plantas para a economia e a sociedade. Biologia celular na propagação de plantas. Formas de propagação de plantas: Sexuada, assexuada natural e induzida (macropropagação e micropropagação). Fatores ambientais que afetam a produção de mudas de plantas. Substratos. Infraestrutura para a produção de mudas de plantas. Produção de mudas das principais espécies frutíferas, florícolas, ornamentais e olerícolas de importância regional. Legislação para a produção e comercialização de mudas. |
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OBJETIVO |
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Apresentar as diferentes técnicas de produção comercial de mudas de plantas utilizadas na de espécies olerícolas, frutíferas, florícolas e ornamentais. Apresentar abordagens técnicas relacionadas às interferências necessárias para a produção sustentável de mudas de alto valor agronômico. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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HARTMANN, H. T. et al. Plant propagation: principles and practices. 7. ed. EnglewoodCliffs: Prentice-Hall, 2001. 880 p. TORRES, A. C.; CALDAS, L. S.; BUSO, J. A. (Ed.). Cultura de tecidos e transformação genética de plantas. Brasília: EMBRAPA-SPI/EMBRAPA-CNPH, 1998. 2 v. 864 p. BORÉM, A.; MIRANDA, G. V. Melhoramento de plantas. 5. ed. Viçosa-MG: UFV, 2009. 529p. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV, 2000. 402 p. TAIZ, L., ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GCS393 |
ECONOMIA E MEIO AMBIENTE |
30 |
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EMENTA |
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As diferentes visões: Economia Ecológica e Economia Ambiental. Desenvolvimento Sustentável. Modelos de desenvolvimento e crise ambiental. Modelando os problemas ambientais e as falhas de mercado. Externalidades. Políticas ambientais no Brasil. Valo-ração ambiental. Decrescimento. |
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OBJETIVO |
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Apresentar como as diferentes correntes da teoria econômica abordam as questões ambientais, ressaltando suas contribuições para entender a relação homem-natureza, bem como evidenciar suas contribuições para a formulação de políticas ambientais que conduzem ao desenvolvimento sustentável. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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CALLAN, S. J.; THOMAS, J. M. Economia Ambiental: aplicações políticas e teoria. Cengage Learning, 2009. DA MOTTA, R. S. Economia Ambiental. Rio de Janeiro: FGV, 2006. MAY, P. H.; LUSTOSA, M. C.; VINHA, V. da (Orgs.) Economia do meio ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Campus, 2003. ISBN 8535209654. MATTOS, K. M. C.; MATTOS, A. Valoração econômica do meio ambiente: uma abordagem teórica e prática. São Paulo Rima, 2004. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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ALMEIDA, J. R. de. Gestão ambiental: para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Thex, 2010. SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. 2. ed., Rio de Janeiro: Ga- ramond, 2008. VEIGA, J. E. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Garamond, 2010. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GCA608 |
AQUICULTURA GERAL I |
30 |
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EMENTA |
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Histórico da Aquicultura. Conceitos básicos. Importância da Aquicultura para a produção de alimentos. Aquicultura no Brasil e no Mundo. Espécies cultivadas, métodos e sistemas mais utilizados. |
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OBJETIVO |
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Apresentar ao aluno iniciante, o curso de Enga de Aquicultura, a UFFS, a importância da atividade no país e região e as principais atividades relacionadas ao desempenho da profissão de Engenheiro em Aquicultura. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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ARANA, L. V. Fundamentos de aquicultura. Florianópolis: EDUFSC, 2004. BALDISSEROTTO, B.; GOMES, L. C. Espécies nativas para piscicultura no Bra- sil. Santa Maria: Editora UFSM, 2005. CYRINO, J. E. P.; URBINATI, E. C.; FRACALOSSI, D. M.; CASTAGNOLLI, N. Tópicos especiais em piscicultura de água doce tropical intensiva. São Paulo: So- ciedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática, 2004. HUET, M. Tratado de piscicultura. 3. ed. Madrid: Mundi-Prensa, 1983. POLI, C. R. et al. (Org.). Aquicultura: Experiências brasileiras. Florianópolis: Multi- tarefa, 2003. VALENTI, W. Aquicultura no Brasil: Bases para um desenvolvimento sustentável. Jaboticabal: UNESP, 2000. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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BRASIL. SECRETARIA ESPECIAL DE AQUICULTURA E PESCA. Plano nacio- nal de extensão pesqueira e aquícola. Brasília: Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, 2009. FAO. The State of World Fisheries and Aquaculture 2008. Roma, 2009. ISBN 978-92-5-106029-2. PANORAMA DA AQUICULTURA. Rio de Janeiro: SRG Gráfica & Editora. 1989- mensal. ISSN 1519-1141. QUEIROZ, H. L.; CAMARGO, M. Biologia, conservação e manejo dos aruañas na Amazônia brasileira. Tefe, AM: IDSM, 2008. ISBN 9788588758094. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GCA134 |
PLANTAS MEDICINAIS |
45 |
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EMENTA |
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Histórico do uso das plantas medicinais e importância deste uso na atualidade. Conhecimento científico e identificação correta das plantas medicinais. Metabólitos secundários de interesse; influência de fatores abióticos e bióticos na produção do princípio ativo; cultivo de plantas medicinais (plantio, tratos culturais, colheita, outros); secagem e armazenagem; utilização de plantas medicinais (dose, toxicidade, modo de preparo). Tópicos atuais em plantas medicinais. |
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OBJETIVO |
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Resgatar e preservar os conhecimentos populares sobre o uso de plantas medicinais, associando-o às indicações obtidas em resultados científicos. Conhecer os fatores bióticos e abióticos que influenciam na qualidade e quantidade dos princípios ativos. Identificar corretamente as plantas medicinais, conhecendo os seus compostos ativos e as suas aplicações. Estudar as técnicas de cultivo, colheita e armazenagem, visando à preservação dos compostos ativos das plantas. Projetar uma horta com plantas medicinais. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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LAMEIRA, O. A.; PINTO, J. E. B. P. (eds) Plantas medicinais: do cultivo, mani- pulação e uso à recomendação popular. Belém: Embrapa, 2008. SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; MELLO, J. C. P.; MENTZ, L. A.; PETRO- VICK, P. R. Farmacognosia: do produto natural ao medicamento. Porto Alegre: Artmed, 2017. SOARES, C. A. Plantas medicinais: do plantio a colheita. São Paulo: Ícone. 2010. TORRES, P. G. V.; TORRES, M. A. P. Plantas medicinais, aromáticas e condi- mentares. Porto Alegre: RIGEL, 2014. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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ALMASSY JÚNIOR, A. A.; LOPES, R. C.; ARMOND, C.; SILVA, F.; CASALI, V. W. D. Folhas de Chá: Plantas medicinais na terapêutica humana. UFV: Viçosa. 2005. 23 HABER, L. L.; CLEMENTE, F. M. V. T. Plantas aromáticas e condimentares: uso aplicado na horticultura. Brasília: Embrapa. 2013. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. MATOS, F. J. A. et al. Plantas Tóxicas: Estudo de Fitotoxicologia Química de Plantas Brasileiras. Nova Odessa: Plantarum, 2011. RODRIGUES, V. E. G; CARVALHO, D. A. Plantas medicinais nas florestas semi- deciduais. UFLA: Lavras. 2010. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GCA313 |
PERMACULTURA |
30 |
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EMENTA |
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Conceitos de agroecologia. Conceito, origem, histórico e ética da Permacultura. Fundamentos e termos utilizados. Princípios ecológicos. Bases para elaboração de projetos sustentáveis. Dinâmica dos sistemas naturais. Metodologia para planejamento energético de ambientes humanos. Padrões naturais, florestas, animais, solos. Design permacultural. |
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OBJETIVO |
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Tornar-se apto a desenvolver projetos permaculturais em vista da sustentabilidade da agricultura. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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FRANCISCO NETO, J. Manual de Horticultura Ecológica. Autossuficiência em Pequenos Espaços. Ed. Nobel, 1995. FUKUOKA, M. Agricultura Natural: Teoria e Prática da Filosofia Verde. São Paulo: Ed. Nobel, 1995. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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GLIESSMAN, S. Agroecologia: Processos Ecológicos em Agricultura Sustentável. UFRGS, 2000. LEGAN, L. A escola sustentável - Eco-Alfabetizando pelo ambiente. 2. ed. atual. e rev. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Pirenópolis-GO: Ecocentro IPEC, 2007. MINKE, G. Techos Verdes - Planificación, ejecución, concejos prácticos. Monte- video: Editorial Fin de Siglo, 2004. MOLLISON, B. Permacultura: Designers Manual. Austrália: Ed. Tagari, 1999. MOLLISON, B.; SLAY, R. M. Introdução a Permacultura. Brasília, DF: MA/ SDR/PNF, 1998. PRIMAVESI, A. Agroecologia, Ecosfera, Tecnologia e Agricultura. São Paulo: Ed. Nobel, 1997. REIJNTJES, C.; HAVERKORT, B.; WALTER-BAYER, A. Agricultura para o Fu- turo. Uma Introdução a Agricultura Sustentável e de baixo uso de insumo. AS- PTARJ, 1999. VAN LENGEN, J. Manual do Arquiteto Descalço. Rio de Janeiro: Casa do Sonho, 2008. VIVAM, J. Agricultura e Florestas: Princípios de Uma Interação Vital. Rio de Ja- neiro: Editora Agropecuária, 1998. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GCA341 |
CULTIVO DE COGUMELOS COMESTÍVEIS E MEDICINAIS |
30 |
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EMENTA |
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Introdução ao cultivo de cogumelos. Características dos principais tipos de cogumelos cultivados. Etapas e ambiente de cultivo. Tipos de substratos. Doenças e pragas de cogumelos. Aspectos econômicos do cultivo e da produção. |
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OBJETIVO |
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Compreender as características e importância de cogumelos comestíveis, destacando a viabilidade de sistemas alternativos de produção. Capacitar os acadêmicos nas principais técnicas de cultivo de cogumelos. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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EIRA, A. F. Cultivo do cogumelo medicinal. 1. ed. Aprenda Fácil, 2003. ESPOSITO, E.; AZEVEDO, J. L. (Org.). Fungos: uma introdução a biologia, bio- química e biotecnologia. 2. ed. EDUCS, 2010. MEIJER, A. A. R. Macrofungos notáveis das florestas de pinheiro-do-paraná. Co- lombo, PR: Embrapa Florestas, 2008. PASCHOLATI, S. F.; STANGARLIN, J. R.; PICCININ, E. Cogumelos: cultivo e co-mercialização (shiitake e cogumelo do sol). Cuiabá: SEBRAE/MT, 1998. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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BONONI, V. L. R.; CAPELARI, M. R.; TRUFEM, S. F. P. Cultivo de cogumelos co- mestíveis. São Paulo: Ícone, 1995. TEIXEIRA, F. M.; MACHADO, J. O. O cultivo do cogumelo shitake em cepos. Ja- boticabal: FUNEP, 2004. URBEN, A. F. et al. Produção de cogumelos por meio de tecnologia chinesa modi- ficada. EMBRAPA - Recursos Genéticos e Biotecnologia, 2001. VEDDER, P. J. C. Cultivo moderno delchampiñón. Madrid: Edicionesmundi-prensa, 1996. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GCB060 |
NUTRIÇÃO VEGETAL |
30 |
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EMENTA |
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Absorção de elementos pelas raízes. Absorção de elementos pelas folhas. Transporte e redistribuição. Os elementos minerais. Critérios de essencialidade: direto e indireto. Macronutrientes: nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e enxofre. Micronutrientes: boro, cloro, cobre, ferro, manganês, molibdênio, níquel e zinco. Elementos benéficos: cobalto, silício e sódio. Elementos com problemas de toxicidade: alumínio, bromo, cádmio, chumbo, cromo e flúor. |
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OBJETIVO |
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Capacitar o aluno a identificar e compreender as principais características e propriedades do solo associadas à sua fertilidade que influenciam na nutrição das plantas e na produção vegetal. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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EPSTEIN, E.; BLOOM, A. J. Nutrição mineral de plantas: princípios e perspectivas. 3. ed. Tradução: NUNES, M. E. T. Londrina: Planta, 2006. 403 p. LEHNINGER, A. L.; NELSON, L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. 2. ed. Tradução: SIMÕES, A. A.; LODI, W. R. N. São Paulo: Sarvier, 2000. 839 p. MALAVOLTA, E. Elementos de nutrição mineral de plantas. São Paulo:Agronômica Ceres, 1980. 251 p. MALAVOLTA, E. Manual de nutrição mineral de plantas. São Paulo: Agronômica Ceres, 2006. 638 p. MARSCHNER, H. Mineral nutrition of higher plants. London: Academic Press, 1995. 889 p. TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo. Fisiologia vegetal. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução à bioquímica. São Paulo: Blücher, 1975. 447 p. MALAVOLTA, E.; VITTI, G. C.; OLIVEIRA, S. A. Avaliação do estado nutricional das plantas: princípios e aplicações. Piracicaba: Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato, 1997. 319 p. MENGEL, K.; KIRKBY, E. A. Principles of plant nutrition. 5. ed. Dordrecht: Kluwer Academic, 2001. 849 p. |
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Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, tendo em vista o disposto no parágrafo único do Art. 4º do Decreto nº 10.139/2019.
Sala de Reuniões do Colegiado do Curso de Ciências Biológicas do Campus Laranjeiras do Sul, 2ª Reunião Ordinária, em Laranjeiras do Sul-PR, 14 de abril de 2026.
Data do ato: Laranjeiras do Sul-PR, 12 de maio de 2026.
Data de publicação: 22 de maio de 2026.
Sílvia Romão
Coordenadora do Curso de Graduação em Ciências Biológicas (Licenciatura) do Campus Laranjeiras do Sul (emec 1455377)