RESOLUÇÃO Nº 14/CG CBLL LS/UFFS/2026

Inclui Componentes Curriculares Optativos na Estrutura Curricular 2025 do Curso de Ciências Biológicas do Campus Laranjeiras do Sul

A Coordenação do Curso de Graduação em Ciências Biológicas do Campus Laranjeiras do Sul, da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, no uso de suas atribuições legais, considerando a decisão do colegiado do curso, registrada ATA Nº 03/CCCBL-LS/UFFS/2026 de 12 de maio de 2026, e considerando:

a) a necessidade do curso de aumentar as possibilidades de flexibilidade curricular através do aumento de oferta de CCRs optativos;

b) os docentes da área de biologia têm apresentado alta carga horária para CCRs obrigatórios nos diferentes cursos do campus, impossibilitando a oferta de CCRs optativos previstos no rol de optativos do PPC;

c) a necessidade de aproveitamento de CCRs já oferecidos em cursos afins da Biologia como Agronomia, Aquicultura, Engenharia de Alimentos e Educação do Campo: Ciências da Natureza.

d) urgência em implementar estes CCRs, pois temos alunos que precisam fazer a validação de CCRs para conseguirem se formar.

 

RESOLVE:

 

Art. 1º Incluir os Componentes Curriculares, abaixo no rol de CCRs optativos da Estrutura Curricular 2025, do Curso de Ciências Biológicas, conforme quadro de ementários seguir:

Código

Descrição do CCR

Carga Horária

GCB0810

Melhoramento e biotecnologia vegetal

60

GEX1244

Química orgânica experimental

45

GCB0703

Fisiologia de animais aquáticos cultiváveis

60

GCA635

Produção de mudas

60

GCB325

Melhoramento vegetal

45

GCS393

Economia e meio ambiente

30

GCA608

Aquicultura geral I

30

GCA134

Plantas medicinais

45

GCA313

Permacultura

45

GCA341

Cultivo de cogumelos comestíveis e medicinais

30

GCB060

Nutrição vegetal

30

 

 

 

Código

COMPONENTE CURRICULAR

Horas

GCB0810

MELHORAMENTO E BIOTECNOLOGIA VEGETAL

60

EMENTA

Conceitos e objetivos do melhoramento genético. Centros de origem e conservação de germoplasma. Sistemas de reprodução das plantas cultivadas. Bases genéticas e princípios do melhoramento de plantas. Métodos de melhoramento de espécies autógamas e alógamas. Estratégias agroecológicas para o melhoramento vegetal. Distribuição e manutenção de cultivares melhoradas e legislação. Bases e aplicações da cultura de células e tecidos no melhoramento vegetal. Melhoramento vegetal via transformação genética e edição gênica (tecnologia CRISPR). Marcadores moleculares e ciências ômicas. Bioética e biossegurança.

OBJETIVO

Proporcionar ao estudante o entendimento dos fundamentos do melhoramento vegetal clássico e das ferramentas biotecnológicas auxiliares disponíveis, enfatizando os principais conceitos e métodos utilizados no desenvolvimento de variedades melhoradas.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

FIGUEIREDO, Márcia do Vale Barreto et al. (ed.). Biotecnologia aplicada à agricultura: textos de apoio e protocolos experimentais. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica; Recife, PE: Instituto Agronômico de Pernambuco, 2010.

BORÉM, Aluízio; FRITSCHE-NETO, Roberto (ed.). Biotecnologia aplicada ao melhoramento de plantas. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2013.

FALEIRO, Fabio Gelape; ANDRADE, Solange Rocha Monteiro de; REIS JUNIOR, Fábio Bueno dos (ed.). Biotecnologia: estado da arte e aplicações na agropecuária. Planaltina, DF: Embrapa Cerrados, 2011.

GEORGE, Edwin F.; HALL, Michael A.; KLERK, Geert-Jan De. Plant propagation by tissue culture. 3rd ed. São Paulo: Springer, 2009. (Springer).

TORRES, Antônio Carlos; CALDAS, Linda Styer; BUSO, José Amauri (ed.). Cultura de tecidos e transformação genética de plantas. Brasília, DF: Embrapa, 1999. v.2.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

FALEIRO, Fábio Gelape. Marcadores genético-moleculares: aplicados a programas de conservação e uso de recursos genéticos. Planaltina, DF: Embrapa, 2007. Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/570287/marcadores-genetico-moleculares-aplicados-a-programas-de-conservacao-e-uso-de-recursos-geneticos. Acesso em 07 dez. 2023.

TEIXEIRA, Pedro; VALLE, Silvio (org.). Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1996.

ZAHA, Arnaldo; FERREIRA, Henrique Bunselmeyer; PASSAGLIA, Luciane M. P. (org.). Biologia molecular básica. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.

 

 

Código

COMPONENTE CURRICULAR

Horas

GEX1244

QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL

45

EMENTA

Síntese e técnicas de purificação de substâncias orgânicas líquidas: destilação simples e fracionada. Síntese e técnicas de purificação de substâncias orgânicas sólidas: recristalização e uso de carvão ativo. Técnicas de refluxo e utilização de Tubo Dean-Stark. Determinação de pureza de compostos orgânicos através de constantes físicas. Purificação de sólidos por sublimação. Técnicas e extração: líquido-líquido e Soxlet. Cromatografia: camada delgada e coluna. Apresentação prática dos trabalhos desenvolvidos para a comunidade externa e interação dialógica com a comunidade.

OBJETIVO

Compreender e utilizar diferentes técnicas mais comuns em química orgânica experimental, propiciando ao acadêmico uma visão mais sistêmica sobre as regras e o bom funcionamento de um laboratório. Proporcionar, também, ao acadêmico conhecimentos sobre procedimentos e segurança em laboratórios químicos, sobre equipamentos e vidrarias, bem como sobre a elaboração de relatório científico referente às práticas realizadas, de modo que o estudante possa melhor estabelecer as relações entre a teoria e a prática.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ENGEL, Randall G. et al. Química orgânica experimental: técnicas de escala pequena. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. (Minha Biblioteca)

PAVIA, Donald L. et al. Introduction to organic lab techniques. New York: Cengage Learning, 2012.

SILVA, Émerson Neves da; ONÇAY Solange Toredo von; PIAIA, Consuelo Cristine;

FAGUNDES, Julie Rossato. Movimentações práxicas: no caminho da inserção da extensão no ensino da UFFS. Volume 1. ed Chapecó: UFFS, 2023. (Minha Biblioteca).

WILLIAMSON, Kenneth L.; MASTERS, Katherine M. Organic experiments: macroscale and microscale. 3rd ed. New York: Houghton Mifflin Company, 1999.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

SILVA, Émerson Neves da; ONÇAY Solange Toredo von; PIAIA, Consuelo Cristine;

FAGUNDES, Julie Rossato. Movimentações práxicas: no caminho da inserção da extensão no ensino da UFFS. Volume 2. ed Chapecó: UFFS, 2023. (Minha Biblioteca).

SILVERSTEIN, Robert M.; WEBSTER, Francis X.; KIEMLE, David J. Identificação espectrométrica de compostos orgânicos. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.

MENDHAM, J. et al. (ed.). Vogel: análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2002.

VOGEL, Arthur Israel. Química analítica qualitativa. 5. ed. rev. São Pau: Mestre Jou, c1981.

Número de unidades de avaliação

2

 

 

Código

COMPONENTE CURRICULAR

 

Horas

GCB0703

FISIOLOGIA DE ANIMAIS AQUÁTICOS

CULTIVÁVEIS

60

EMENTA

Fundamentos de nutrição, digestão, metabolismo e reprodução. Coordenação e interação dos organismos animais. Análise das adaptações dos invertebrados e vertebrados aos diferentes ambientes aquáticos. Intercâmbio gasoso, ajustes à natação e ao mergulho. Atividades de extensão.

OBJETIVO

Compreender como os aspectos de mobilidade, termorregulação, osmorregulação, oxigenação, nutrição e reprodução interferem no crescimento, desenvolvimento e sobrevivência dos organismos cultiváveis.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BALDISSEROTO, Bernardo. Fisiologia aplicada à piscicultura. 3. ed. Santa Maria: Editora UFSM, 2013.

RUPPERT, Edward E.; FOX, Richard S.; BARNES, Robert D. Zoologia dos

invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. 7. ed. São Paulo: Roca, 2005.

SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. São Paulo:

Santos, 2002.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

EVANS, David H.; CLAIBORNE, James B, CURRIE, Suzanne (ed.). The physiology of

fishes. 3rd ed. Boca Raton: CRC Press, 2006.

VAZZOLER, Ana Emília Amato de Moraes. Biologia da reprodução de peixes

teleósteos: teoria e prática. Maringá: EDUEM; São Paulo: SBI, 1996. Disponível em:

http://old.periodicos.uem.br/~eduem/novapagina/?q=system/files/Biologia%20da

%20reprodu%C3%A7%C3%A3o%20de%20peixes%20tele%C3%B3steos.pdf. Acesso em:

22 set. 2022.

CRISOSTIMO, Ana Lúcia; SILVEIRA, Rosemari Monteiro Castilho Foggiatto (org.). A

extensão universitária e a produção do conhecimento: caminhos e intencionalidades.

Guarapuava: Unicentro, 2017.


Código

COMPONENTE CURRICULAR

 

Horas

GCA635

PRODUÇÃO DE MUDAS

60

EMENTA

A importância da propagação de plantas para a economia e a sociedade. Biologia celular na propagação de plantas. Formas de propagação de plantas: Sexuada, assexuada natural e induzida (macropropagação e micropropagação). Fatores ambientais que afetam a produção de mudas de plantas. Substratos. Infraestrutura para a produção de mudas de plantas. Produção de mudas das principais espécies frutíferas, florícolas, ornamentais e olerícolas de importância regional. Legislação para a produção e comercialização de mudas.

OBJETIVO

Apresentar as diferentes técnicas de produção comercial de mudas de plantas utilizadas na de espécies olerícolas, frutíferas, florícolas e ornamentais. Apresentar abordagens técnicas relacionadas às interferências necessárias para a produção sustentável de mudas de alto valor agronômico.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

HARTMANN, H. T. et al. Plant propagation: principles and practices. 7. ed. EnglewoodCliffs: Prentice-Hall, 2001. 880 p.

TORRES, A. C.; CALDAS, L. S.; BUSO, J. A. (Ed.). Cultura de tecidos e

transformação genética de plantas. Brasília: EMBRAPA-SPI/EMBRAPA-CNPH, 1998. 2 v. 864 p.

BORÉM, A.; MIRANDA, G. V. Melhoramento de plantas. 5. ed. Viçosa-MG: UFV, 2009. 529p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na

produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV, 2000. 402 p.

TAIZ, L., ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.


Código

COMPONENTE CURRICULAR

 

Horas

GCS393

ECONOMIA E MEIO AMBIENTE

30

EMENTA

As diferentes visões: Economia Ecológica e Economia Ambiental. Desenvolvimento Sustentável. Modelos de desenvolvimento e crise ambiental. Modelando os problemas ambientais e as falhas de mercado. Externalidades. Políticas ambientais no Brasil. Valo-ração ambiental. Decrescimento.

OBJETIVO

Apresentar como as diferentes correntes da teoria econômica abordam as questões ambientais, ressaltando suas contribuições para entender a relação homem-natureza, bem como evidenciar suas contribuições para a formulação de políticas ambientais que conduzem ao desenvolvimento sustentável.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

CALLAN, S. J.; THOMAS, J. M. Economia Ambiental: aplicações políticas e teoria. Cengage Learning, 2009.

DA MOTTA, R. S. Economia Ambiental. Rio de Janeiro: FGV, 2006.

MAY, P. H.; LUSTOSA, M. C.; VINHA, V. da (Orgs.) Economia do meio ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Campus, 2003. ISBN 8535209654.

MATTOS, K. M. C.; MATTOS, A. Valoração econômica do meio ambiente: uma abordagem teórica e prática. São Paulo Rima, 2004.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ALMEIDA, J. R. de. Gestão ambiental: para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Thex, 2010.

SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. 2. ed., Rio de Janeiro: Ga- ramond, 2008.

VEIGA, J. E. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Garamond, 2010.


Código

COMPONENTE CURRICULAR

 

Horas

GCA608

AQUICULTURA GERAL I

30

EMENTA

Histórico da Aquicultura. Conceitos básicos. Importância da Aquicultura para a produção de alimentos. Aquicultura no Brasil e no Mundo. Espécies cultivadas, métodos e sistemas mais utilizados.

OBJETIVO

Apresentar ao aluno iniciante, o curso de Enga de Aquicultura, a UFFS, a importância da atividade no país e região e as principais atividades relacionadas ao desempenho da profissão de Engenheiro em Aquicultura.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ARANA, L. V. Fundamentos de aquicultura. Florianópolis: EDUFSC, 2004.

BALDISSEROTTO, B.; GOMES, L. C. Espécies nativas para piscicultura no Bra- sil. Santa Maria: Editora UFSM, 2005.

CYRINO, J. E. P.; URBINATI, E. C.; FRACALOSSI, D. M.; CASTAGNOLLI, N. Tópicos especiais em piscicultura de água doce tropical intensiva. São Paulo: So- ciedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática, 2004.

HUET, M. Tratado de piscicultura. 3. ed. Madrid: Mundi-Prensa, 1983.

POLI, C. R. et al. (Org.). Aquicultura: Experiências brasileiras. Florianópolis: Multi- tarefa, 2003.

VALENTI, W. Aquicultura no Brasil: Bases para um desenvolvimento sustentável. Jaboticabal: UNESP, 2000.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BRASIL. SECRETARIA ESPECIAL DE AQUICULTURA E PESCA. Plano nacio- nal de extensão pesqueira e aquícola. Brasília: Secretaria Especial de Aquicultura e

Pesca, 2009. FAO. The State of World Fisheries and Aquaculture 2008. Roma, 2009. ISBN 978-92-5-106029-2.

PANORAMA DA AQUICULTURA. Rio de Janeiro: SRG Gráfica & Editora. 1989- mensal. ISSN 1519-1141.

QUEIROZ, H. L.; CAMARGO, M. Biologia, conservação e manejo dos aruañas na Amazônia brasileira. Tefe, AM: IDSM, 2008. ISBN 9788588758094.


Código

COMPONENTE CURRICULAR

 

Horas

GCA134

PLANTAS MEDICINAIS

45

EMENTA

Histórico do uso das plantas medicinais e importância deste uso na atualidade. Conhecimento científico e identificação correta das plantas medicinais. Metabólitos secundários de interesse; influência de fatores abióticos e bióticos na produção do princípio ativo; cultivo de plantas medicinais (plantio, tratos culturais, colheita, outros); secagem e armazenagem; utilização de plantas medicinais (dose, toxicidade, modo de preparo). Tópicos atuais em plantas medicinais.

OBJETIVO

Resgatar e preservar os conhecimentos populares sobre o uso de plantas medicinais, associando-o às indicações obtidas em resultados científicos. Conhecer os fatores bióticos e abióticos que influenciam na qualidade e quantidade dos princípios ativos. Identificar corretamente as plantas medicinais, conhecendo os seus compostos ativos e as suas aplicações. Estudar as técnicas de cultivo, colheita e armazenagem, visando à preservação dos compostos ativos das plantas. Projetar uma horta com plantas medicinais.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

LAMEIRA, O. A.; PINTO, J. E. B. P. (eds) Plantas medicinais: do cultivo, mani- pulação e uso à recomendação popular. Belém: Embrapa, 2008.

SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; MELLO, J. C. P.; MENTZ, L. A.; PETRO-

VICK, P. R. Farmacognosia: do produto natural ao medicamento. Porto Alegre: Artmed, 2017.

SOARES, C. A. Plantas medicinais: do plantio a colheita. São Paulo: Ícone. 2010.

TORRES, P. G. V.; TORRES, M. A. P. Plantas medicinais, aromáticas e condi- mentares. Porto Alegre: RIGEL, 2014.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ALMASSY JÚNIOR, A. A.; LOPES, R. C.; ARMOND, C.; SILVA, F.; CASALI, V.

W. D. Folhas de Chá: Plantas medicinais na terapêutica humana. UFV: Viçosa. 2005. 23

HABER, L. L.; CLEMENTE, F. M. V. T. Plantas aromáticas e condimentares: uso aplicado na horticultura. Brasília: Embrapa. 2013.

LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008.

MATOS, F. J. A. et al. Plantas Tóxicas: Estudo de Fitotoxicologia Química de Plantas Brasileiras. Nova Odessa: Plantarum, 2011.

RODRIGUES, V. E. G; CARVALHO, D. A. Plantas medicinais nas florestas semi- deciduais. UFLA: Lavras. 2010.


Código

COMPONENTE CURRICULAR

 

Horas

GCA313

PERMACULTURA

30

EMENTA

Conceitos de agroecologia. Conceito, origem, histórico e ética da Permacultura. Fundamentos e termos utilizados. Princípios ecológicos. Bases para elaboração de projetos sustentáveis. Dinâmica dos sistemas naturais. Metodologia para planejamento energético de ambientes humanos. Padrões naturais, florestas, animais, solos. Design permacultural.

OBJETIVO

Tornar-se apto a desenvolver projetos permaculturais em vista da sustentabilidade da agricultura.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

FRANCISCO NETO, J. Manual de Horticultura Ecológica. Autossuficiência em Pequenos Espaços. Ed. Nobel, 1995.

FUKUOKA, M. Agricultura Natural: Teoria e Prática da Filosofia Verde. São Paulo: Ed. Nobel, 1995.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

GLIESSMAN, S. Agroecologia: Processos Ecológicos em Agricultura Sustentável. UFRGS, 2000.

LEGAN, L. A escola sustentável - Eco-Alfabetizando pelo ambiente. 2. ed. atual. e

rev. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Pirenópolis-GO: Ecocentro IPEC, 2007.

MINKE, G. Techos Verdes - Planificación, ejecución, concejos prácticos. Monte- video: Editorial Fin de Siglo, 2004.

MOLLISON, B. Permacultura: Designers Manual. Austrália: Ed. Tagari, 1999.

MOLLISON, B.; SLAY, R. M. Introdução a Permacultura. Brasília, DF: MA/ SDR/PNF, 1998.

PRIMAVESI, A. Agroecologia, Ecosfera, Tecnologia e Agricultura. São Paulo: Ed. Nobel, 1997.

REIJNTJES, C.; HAVERKORT, B.; WALTER-BAYER, A. Agricultura para o Fu-

turo. Uma Introdução a Agricultura Sustentável e de baixo uso de insumo. AS- PTARJ, 1999.

VAN LENGEN, J. Manual do Arquiteto Descalço. Rio de Janeiro: Casa do Sonho, 2008.

VIVAM, J. Agricultura e Florestas: Princípios de Uma Interação Vital. Rio de Ja- neiro: Editora Agropecuária, 1998.

 

Código

COMPONENTE CURRICULAR

 

Horas

GCA341

CULTIVO DE COGUMELOS COMESTÍVEIS E

MEDICINAIS

30

EMENTA

Introdução ao cultivo de cogumelos. Características dos principais tipos de cogumelos cultivados. Etapas e ambiente de cultivo. Tipos de substratos. Doenças e pragas de cogumelos. Aspectos econômicos do cultivo e da produção.

OBJETIVO

Compreender as características e importância de cogumelos comestíveis, destacando a viabilidade de sistemas alternativos de produção. Capacitar os acadêmicos nas principais técnicas de cultivo de cogumelos.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

EIRA, A. F. Cultivo do cogumelo medicinal. 1. ed. Aprenda Fácil, 2003.

ESPOSITO, E.; AZEVEDO, J. L. (Org.). Fungos: uma introdução a biologia, bio- química e biotecnologia. 2. ed. EDUCS, 2010.

MEIJER, A. A. R. Macrofungos notáveis das florestas de pinheiro-do-paraná. Co- lombo, PR: Embrapa Florestas, 2008.

PASCHOLATI, S. F.; STANGARLIN, J. R.; PICCININ, E. Cogumelos: cultivo e co-mercialização (shiitake e cogumelo do sol). Cuiabá: SEBRAE/MT, 1998.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BONONI, V. L. R.; CAPELARI, M. R.; TRUFEM, S. F. P. Cultivo de cogumelos co- mestíveis. São Paulo: Ícone, 1995.

TEIXEIRA, F. M.; MACHADO, J. O. O cultivo do cogumelo shitake em cepos. Ja- boticabal: FUNEP, 2004.

URBEN, A. F. et al. Produção de cogumelos por meio de tecnologia chinesa modi- ficada. EMBRAPA - Recursos Genéticos e Biotecnologia, 2001.

VEDDER, P. J. C. Cultivo moderno delchampiñón. Madrid: Edicionesmundi-prensa, 1996.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

 

Horas

GCB060

NUTRIÇÃO VEGETAL

30

EMENTA

Absorção de elementos pelas raízes. Absorção de elementos pelas folhas. Transporte e redistribuição. Os elementos minerais. Critérios de essencialidade: direto e indireto. Macronutrientes: nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e enxofre. Micronutrientes: boro, cloro, cobre, ferro, manganês, molibdênio, níquel e zinco. Elementos benéficos: cobalto, silício e sódio. Elementos com problemas de toxicidade: alumínio, bromo, cádmio, chumbo, cromo e flúor.

OBJETIVO

Capacitar o aluno a identificar e compreender as principais características e propriedades do solo associadas à sua fertilidade que influenciam na nutrição das plantas e na produção vegetal.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

EPSTEIN, E.; BLOOM, A. J. Nutrição mineral de plantas: princípios e perspectivas. 3. ed. Tradução: NUNES, M. E. T. Londrina: Planta, 2006. 403 p.

LEHNINGER, A. L.; NELSON, L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. 2. ed. Tradução: SIMÕES, A. A.; LODI, W. R. N. São Paulo: Sarvier, 2000. 839 p.

MALAVOLTA, E. Elementos de nutrição mineral de plantas. São Paulo:Agronômica Ceres, 1980. 251 p.

MALAVOLTA, E. Manual de nutrição mineral de plantas. São Paulo: Agronômica Ceres, 2006. 638 p.

MARSCHNER, H. Mineral nutrition of higher plants. London: Academic Press, 1995. 889 p.

TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo. Fisiologia vegetal. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução à bioquímica. São Paulo: Blücher, 1975. 447 p.

MALAVOLTA, E.; VITTI, G. C.; OLIVEIRA, S. A. Avaliação do estado nutricional das plantas: princípios e aplicações. Piracicaba: Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato, 1997. 319 p.

MENGEL, K.; KIRKBY, E. A. Principles of plant nutrition. 5. ed. Dordrecht: Kluwer Academic, 2001. 849 p.


Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, tendo em vista o disposto no parágrafo único do Art. 4º do Decreto nº 10.139/2019.


Sala de Reuniões do Colegiado do Curso de Ciências Biológicas do Campus Laranjeiras do Sul, 2ª Reunião Ordinária, em Laranjeiras do Sul-PR, 14 de abril de 2026.

Data do ato: Laranjeiras do Sul-PR, 12 de maio de 2026.
Data de publicação: 22 de maio de 2026.

Sílvia Romão
Coordenadora do Curso de Graduação em Ciências Biológicas (Licenciatura) do Campus Laranjeiras do Sul (emec 1455377)